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Uma palavra e infinitas possibilidades

O homem encara com veemência o boi que vem se aproximando. A batalha se inicia. O homem gira de um lado, cheio de coragem e astúcia, enquanto o boi cheio de cores vem girando do outro. Ao som grito e música, eles enfrentam-se sem desrespeitar um ao outro. O capoeirista acaba seu rito e faz reverência ao boi-bumbá. A nossa cultura se expande. O turista olha com atenção para Monalisa que parece seduzi-lo com seu sorriso enigmático, enquanto nós ouvimos ecoar ao longe o trem e vemos sobre a montanha montada em seu cavalo, Maria Rosa.

Sinatra a voz do século XX - Bolinha Antonio Carlos Pereira

Em um estúdio modesto de Nova York, o candidato a cantar pergunta ao bandleader Frank Mane: “Posso cantar?” Diante do microfone rudimentar, o rapaz de 25 anos cantou “Our Love”, arranjo popular baseado na melodia “Romeu e Julieta”, de Tchaikovsky. A primeira das gravações que fariam de Frank Sinatra ser reconhecido como o maior cantor popular da história se deu em 18 de março de 1939. Uma ano depois daquele primeiro disco, segundo seu biógrafo Anthony Summers, Sinatra revelou sobre como via o próprio futuro: “Eu vou ser o melhor cantor do mundo, o melhor cantor que já existiu”.

Pensamentos vagos

Ouço e vejo muitas coisas, reflito de um pôr do sol ao se perder no final das ondas, paro no instante em que tudo fica alinhado. Mais um dia que se foi para se transbordar de pensamentos vagos. Revelo que no modelo dessa vida nova ando pelas ruas aceitando o caos, e o movimento, tendo observações da vida, as minhas, não mais as suas seja lá quem você for.

O mistério da capivara

Fui pescar num destes feriadas prolongados, mas confesso que sou tão ruim de pescaria que nem mentir direito eu sei, mas o que importa era descansar a cabeça. O local que escolhi era um pesqueiro, à beira do rio, com estrutura para atrair turistas que ficaram acampando pelo local.

A pátria de chuteiras... - Bolinha Antonio Carlos Pereira

Nasci em outubro de 1950, poucos dias depois do fiasco na Copa do Mundo sediada pelo Brasil. Meu mano Carlos tinha cinco anos de idade, e relembra que estava jogando bola sozinho no quintal e corredor que adentrava o setor gráfico da “Livraria, Tipografia e Papelaria Santa Teresinha”, pertencente ao nosso saudoso Papai, Sr. Raul Anastácio Pereira, que na época tinha 34 anos de idade. Papai o chamou para escutar o jogo pelo rádio, um belíssimo rádio de mesa, portentoso, que ficava no canto da sala de refeições da casa onde “Seo” Raul morou até falecer, em setembro do ano passado.


Reduzir para florescer

A reciclagem de lixo entra e sai de pautas a muitos anos. Porém já passou da hora de não pensarmos apenas em como podemos reciclar o lixo, mas pensar em como podemos reduzir nossa produção diária do mesmo. O plástico, por exemplo demora milhões de anos para se decompor na natureza e além de poluente, pode acabar com a vida de muitos seres vivos. Porém nada mata mais do que a falta de consciência.


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